Que valor tem meditarmos?

AAA LOGO BUDISTAQUE VALOR TEM MEDITARMOS?

Cansado do longo labor dedicado à prática da meditação um discípulo perguntou ao Mestre Nemo:

– Todas essas longas horas de meditação ajuda a corrigir nossa mente e nos torna pessoas melhores?

– Para responder-lhe vou lhe fazer uma pergunta. Tudo Bem?

– Pode perguntar.

– Suas meditações fazem com o que o Sol nasça ao amanhecer e a Lua apareça quando anoitece?

– Não! Essas coisas acontecem devido às Leis da Natureza, nada têm a ver com minhas meditações!

– Então sua pergunta está respondida. Você se torna uma pessoa melhor observando atentamente sua mente, praticando a atenção constante (mindfulness) durante todo o dia, no seu dia-a-dia, não apenas quando pratica a meditação.

– Então nossas meditações são inúteis?

– É claro que não. Se você não abrir os seus olhos jamais verá o Sol, assim também é meditando que você aprende a observar sua mente e a praticar a atenção constante no seu dia-a-dia.

Pense nisso, mas pense agora!

Satyananda Apta

Fique na serenidade do Buda!

As desculpas que damos para não perder peso!

perder pesoÉ impressionante as desculpas que damos para justificar o peso que temos, mas quem emagrece para valer descobre que vale a pena, que nada substitui a sensação de se sentir magro e de usar roupas que não caem bem em pessoas acima do peso.

Por você, por sua saúde e por um emagrecimento rápido e eficaz.
 
                                      Dr. Marco Natali
Seguir os procedimentos básicos é bom,
mas seguir o exemplo de quem já chegou lá é ainda melhor.

Aprisionando a si mesmo?

AAA LOGO BUDISTA
É VOCÊ QUEM APRISIONA A SI MESMO

Yujin estava encafifado com sua falta de disciplina.  Ele gostaria de se comportar de maneira diferente, mas estava sempre botando os pés pelas mãos e não se conformava com isso. Sentia-se prisioneiro de seus condicionamentos.

Perguntou ao Mestre Nemo por que essas coisas aconteciam e mestre Nemo respondeu:

– Na Índia os macacos vivem livremente e até existem templos dedicados a eles por causa de Hanuman (uma divindade do hinduísmo que é um macaco), mas uma parte do povo indiano que não pratica o hinduísmo se dedica a caça-los. Os caçadores de macacos têm uma estratégia para captura-los. Colocam uma banana dentro de uma cumbuca (uma espécie de planta oca conhecida no Brasil como cabaça, poranga ou jamarú) e quando o macaco enfia a mão para pega-la não consegue fazer a mão passar pela abertura e ao invés de largar a banana, se debate e acaba sendo preso pelos caçadores. Os maus hábitos e os condicionamentos são como o macaco e a cumbuca. É você quem colocou a mão lá e é você que tem que tirá-la. De fato é você quem se torna prisioneiro de seus condicionamentos e só você consegue se libertar deles. O mundo pode aprisionar o seu corpo, mas sua mente está sempre livre a menos que você mesmo a aprisione dentro dos condicionamentos que criou para si mesmo. Cada um é prisioneiro de si mesmo a menos que aprenda a libertar sua própria mente.

Pense nisso, mas pense agora!

Satyananda Apta

 

Fique na serenidade do Buda!

A meditação é uma coisa simples.

AAA LOGO BUDISTA

Mestre Nemo fala sobre a meditação.

Certa feita Mestre Nemo me contou que de tudo que ouviu dizer sobre meditação algo uma vez o tocou profundamente.

Perguntei o que era e ele me disse que foram palavras de outro mestre chamado Chögyam Trungpa Rinpoche.

Insisti que me contasse o que esse mestre dissera, e ele falou o seguinte:

       – Meditação é uma coisa simples e consiste em treinar nosso ser de maneira que a mente e o corpo estejam sincronizados. Através da prática da meditação podemos aprender a ser sem decepção, sendo totalmente genuínos e estando vivos. Nossa vida é um jornada sem fim: a prática da meditação nos permite experimentar todas as texturas do caminho e é esse o significado real do caminhar.

Pense nisso, mas pense agora.

Satyananda Apta.

Fique na serenidade do Buda!

 

Amador versus “profissional”.

COMPARANDOQuando eu tinha trinta e oito anos de idade (Agora tenho 66.) passei por uma grande paixão e quando aquela gatinha me abandonou entrei em profundo estado de depressão que me conduziu a parar de trabalhar e a comer demais.

Isso me levou a pouco mais de 120 quilos onde permaneci mais ou menos por um ano.

Como havia parado de trabalhar consumi minhas economias ao longo desse ano e passado esse tempo tendo esgotado minhas reservas financeiras tive que voltar a trabalhar e iniciei minha luta contra o peso.

Nessa luta tentei o que me parecia tudo que poderia fazer.

Tentei muita coisa, mas não era absolutamente tudo.

Mesmo assim tive alguns progressos e perdi alguns quilos.

Mas eu queria mais, muito mais, queria retornar ao peso que eu tinha aos dezoito anos, ou seja não alcancei o peso que eu desejava.

Foi então que eu li uma frase (Não me lembro se era do Millôr Fernandes.) que dizia: “Noé que era um amador construiu a arca e saiu-se bem, os profissionais construiram o Titanic e ele naufragou.”

Aquilo ficou na minha cabeça de gordo.

Eu estava indo aos profissionais, estava consultando nutricionistas e endocrinologistas e não conseguia emagrecer.

Eu queria desesperadamente emagrecer e fazia tudo que eles me mandavam e só perdia alguns quilos.

Estava na hora do amador assumir o comando, ou seja – eu.

A meu ver eu tinha que assumir a responsabilidade por meu emagrecimento de uma forma mais pessoal, não era suficiente seguir o que os profissionais me diziam, eu o amador, me conhecia melhor do que eles.

Mas como fazer isso?

Eu sabia o que eu queria fazer (emagrecer), mas não sabia o como fazer isso.

Foi então que lendo o livro Marketing de Guerra do Al Ryes e do Jack Trout encontrei uma outra frase que tinha a resposta que eu precisava.

Eles diziam mais ou menos assim: “A galinha está envolvida em fornecer os ovos, mas o porco esta comprometido em fornecer o bacon.”

A princípio essa frase me chocou um pouco.

Para fornecer os ovos a galinha tinha apenas que botá-los, mas para fornecer o bacon o porco tinha que morrer.

Depois da enésima tentativa de seguir os profissionais conseguindo apenas resultados de emagrecimento medíocres, caiu a ficha e entendi aquela frase.

A galinha estava “envolvida” com os ovos porque não tinha comprometimento algum, mas o porco estava comprometido com o bacon porque ele tinha que morrer para que o bacon fosse obtido.

Entendi o que estava me faltando!

Eu precisava me comprometer mais, me comprometer muito, me comprometer absolutamente.

E o que significava me comprometer absolutamente?

Eu iria emagrecer ou morrer tentando!

Hoje, muitos anos depois, percebo que essa é a única maneira de emagrecer, tem que haver comprometimento!

As nutricionistas me diziam que eu tinha, como homem adulto, que ingerir pelo menos 2500 calorias por dia, mas como eu anotava tudo o que comia, eu sabia que quando eu passava de mil calorias eu engordava.

Hoje sei que as calorias não importam pois não é o quanto você come que engorda você é o que você come, naquele tempo eu engordava ao passar das mil calorias, mas não era pela quantidade de calorias que eu consumia e sim porque eu ainda consumia carboidratos.

Mas mesmo ainda não tendo descoberto isso naquele tempo desisti do acompanhamento médico e de procurar as nutricionistas percebi que teria que assumir a total responsabilidade por meu peso, não bastava entregar essa tarefa aos profissionais que me assessoravam e que, com seus conselhos errados, não conseguiam me fazer emagrecer.

Então percebi que eu o amador, como Noé, tinha que resolver o assunto.

Resolvi vestir a carapuça e o fiz tão completamente que ela foi até meus tornozelos.

Assumi que tinha que me comprometer e que com uma escala de comprometimento de zero a 10 deveria optar pelo 11.

E foi o que fiz.

Na época morando no Rio fui a todos os sebos que consegui encontrar (ainda não havia a internet e tudo tinha que ser movido a feijão, andando a pé mesmo), fui a dezenas de sebos e comprei todos os livros de emagrecimento que pude encontrar.

Li muito e fiz novas tentativas.

As nutricionistas me aconselhavam a me pesar apenas uma vez por semana.

Comprei uma balança ergométrica e passei a me pesar todos os dias contrariando o conselho das nutricionistas e só então percebi que o que me engordava era a falta de disciplina nos fins de semana,  pois relaxava minha disciplina.

Aprendi também que a palavra disciplina vinha do latim “disciplinare” que significa “ensinar algo a si mesmo”.

Me esforcei mais, importei livros e conheci dietas que eram atacadas pelos médicos brasileiros que desconheciam a grande verdade que não é o número de calorias que engordam, não é o quanto você come que o engorda é o que você come.

Com os novos conhecimentos e muita disciplina (Não é preciso força de vontade, apenas disciplina.) cheguei ao platô de 80 quilos, mas não consegui passar daí.

Então me lembrei de uma frase do Mickey Mouse: “Sou um homem ou um rato?”,  isso reforçou minha decisão e me fez recordar que o único comprometimento real é aquele em que você diz a si mesmo que  “Ou faço ou morro tentando.”

Pois é, me dediquei como um líder – o capitão do navio – , pois os muitos esforços que eu estava fazendo ainda era uma atitude de pessoa comum – os marujos – que fazem parte da tripulação do navio – já que não era absolutamente tudo que poderia ser feito.

Cheguei então sem querer à dieta páleo (Que eu ainda não sabia o que era.).

Li o livro QUANDO EU ERA VIVO do Medeiros e Albuquerque e descobri que ele tinha uma doença que não lhe permitia comer nada além de ovos.

Descobri também que ele chegava a se alimentar com duas dúzias de ovos por dia, o que contrariava tudo que os médicos brasileiros ensinavam sobre o colesterol.

Ele viveu mais do que seus conterrâneos da mesma época.

Comecei a pesquisar sobre os ovos e descobri que ele é o segundo melhor alimento do mundo depois do leite materno e que havia alguns médicos esclarecidos que defendiam sua ingestão e passei a comer apenas ovos e folhas.

Finalmente rompi a barreira dos oitenta quilos tendo alcançado os 67,5 quilos que eu pesava aos dezoito anos.

EMAGRECI NO TOTAL 53 QUILOS.

Recorrendo aos “profissionais” e a seus conselhos emagreci apenas um bocadinho e imaginei que estava fazendo absolutamente tudo, mas não estava.

Assumindo a responsabilidade e procurando os meios que dependiam exclusivamente de mim, o amador, consegui alcançar meu objetivo e aprendi o sentido da disciplina e do comprometimento.

Hoje sei que você não precisa comer apenas ovos, há milhares de opções a seu dispor na Dieta Paleo Simplificada, o que é preciso é comer comida de verdade.

Essa frase criada pelos escritores Al Ryes e Jack Trout que lançaram o Marketing de Guerra nos anos 80 e que menciona que a galinha está envolvida com a produção de ovos e que o porco está comprometido com o fornecimento do bacon é talvez a melhor frase para fazer você ver a profunda dimensão do comprometimento.

Não basta se envolver é preciso se comprometer e isso implica em chegar lá ou morrer tentando.

Realmente quando você gera comprometimento dá o passo decisivo em direção a uma transformação radical em sua vida.

Venha ser magro junto comigo, a sensação é muito boa, faz você se sentir bem, lhe dá saúde, uma silhueta esbelta e elegante e aumenta sua chance de viver mais, muito mais.

Por você, por sua saúde e por um emagrecimento rápido e eficaz.
                                       Dr. Marco Natali
Seguir os procedimentos básicos é bom,
mas seguir o exemplo de quem já chegou lá é ainda melhor.

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A Simplicidade é o atalho.

AAA LOGO BUDISTAA SIMPLICIDADE É O ATALHO MESMO PARA AS REALIZAÇÕES COMPLEXAS:

        Ainda concluindo o assunto que se iniciou com a visita do monge carnívoro um dos discípulos do Mestre Nemo o abordou e disse:

– Aquele monge mencionou que a seita dele pratica o marketing e o proselitismo, por que não fazemos o mesmo?  O senhor não entende nada de marketing?

– Entendo, entendo sim, é um assunto relativamente  fácil.

– Então me diga alguma coisa a respeito.

– Você conheceu algum pescador?

– Vários.

– E alguns deles gostam de morangos com creme?

 – Com certeza alguns deles.

 – E esses que gostam de morangos com creme quando vão pescar o que colocam no anzol?

– Pedaços de peixe, pedaços de carne, pedaços de camarão, minhocas ou algum tipo de massa.

 – Por que eles não colocam morangos com creme no anzol?

 – Porque os peixes preferem outras coisas.

– Esse é o maior segredo do marketing.

Pense nisso, mas pense agora.

Satyananda Apta

Fique na serenidade do Buda!

O gordo e o magro – quem morre primeiro?

HERMAN 17Dando continuidade às descobertas do Dr. Herman Taller chegamos ao décimo sétimo capítulo da novela, se você ainda não leu o início desta história verídica e fascinante, vá ao final desta página e clique no link para retornar à página inicial, lá procure “Para ler artigos de nosso sistema”, clique lá e poderá encontrar o primeiro capítulo desta novela além de muitos outros posts.

Com a palavra o Dr. Herman:

“– De acordo com a Metropolitan Life Insurance Company o coeficiente de mortalidade dos homens obesos é 75% mais elevado que o de homens de peso normal. Para as mulheres obesas o coeficiente era 61% acima do normal. Homens e mulheres medianamente obesos tinham um coeficiente de mortalidade de aproximadamente 50% acima da média nacional. As pessoas com 7 ou 10 quilos de excesso de peso – quase invariavelmente obesas – têm um coeficiente de mortalidade 10% mais alto que o normal. Este coeficiente cresce proporcionalmente com o número de quilos a mais – numa média de um ano por meio quilo! Assim cada meio quilo extra que engordamos aumenta nossa probabilidade de morrer antes do tempo. Se temos 40 quilos de excesso de peso, temos uma probabilidade 80 vêses maior de morrer mais cedo que uma pessoa de peso normal. Conservar-se magro não quer dizer apenas elegância: pode ser um caso de vida ou morte. Peso morto é uma expressão que pode ser tomada em seu sentido literal.”    

Oliver Hardy, o gordo, viveu 65 anos: de 18/01/1892 a 7 de Agosto de 1957.
Stan Laurel, o magro, viveu 74 anos: de 16/06/1890 a 23/02/1965 (quase 10 anos a mais).

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Respeitar a vontade do outro é compaixão.

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RESPEITAR A VONTADE DO OUTRO É COMPAIXÃO:

Mestre Nemo e a maioria de seus discípulos mais chegados era vegetariano, as vezes o templo recebia visitantes de outros templos e os praticantes de algumas seitas tibetanas e japonesas eram carnívoros.

Essas pessoas enquanto estavam no templo do Mestre Nemo, não comiam carne em respeito a ele, mas todos sabiam que eles eram carnívoros e quase ninguém comentava, exceto Nidur San, um monge japonês que vivia por lá a várias décadas.

O Sr. Nidur era muito disciplinado e tendia a ser severo com os noviços e até mesmo com os visitantes leigos.

Tendo sido admoestado por ele, um visitante de uma seita japonesa que comia carne aceitou pacificamente todas as criticas que inclusive haviam sido presenciadas pelo Mestre Nemo.

Depois que o Sr. Nidur se afastou esse visitante aproximou-se do Mestre Nemo, fez um reverência e lhe agradeceu.

       – Sei que o senhor sabe que em nossa comunidade comemos carne, mas o senhor nunca comentou nem nos criticou. Quero lhe agradecer por isso.

Mestre Nemo juntou as mãos em frente ao peito, fez uma breve reverência, mas não disse nada.

Em outra ocasião esse mesmo monge dialogou com Mestre Nemo de uma forma mais ou menos assim:

       – Nossa comunidade pesquisa muito técnicas de marketing, temos uma gráfica e publicamos muitos livros em diferentes idiomas,  já realizamos muitos filmes e até mesmo desenhos infantis de longa metragem para ensinar preceitos budistas para a juventude. Frequentamos feiras culturais e alugamos nichos para distribuir livros gratuitamente e coletar cadastros das pessoas para mais tarde convidá-las para nossas palestras. Mas vemos que por aqui vocês não fazem isso. Vocês praticam um Budismo muito austero. Vocês são como um galho seco e nós somos como um galho florido.

Mestre Nemo respondeu com uma pergunta: – E como vocês interpretam o quinto Anga da Senda Reta dos Oito Caminhos?

 Todos que estávamos lá ficamos um pouco surpresos com essa pergunta, pois no Niskama Karma o Quinto Anga é o Meio de Subsistência Correto e entre suas várias interpretações uma delas é a abstinência de comer carne e sabíamos que aquele monge comia carne. Ele respondeu:

       – Para nós o Quinto Anga é Correta Vida.

        – E como vocês o interpretam?

– Em termos de tempo. Um dia tem 24 horas, um mês tem 30 dias, um ano 365 dias. Para nós a vida correta é aquela em que cada momento, cada instante é bem aproveitado.

Pensamos que Mestre Nemo iria aproveitar a deixa para mencionar o Meio de Subsistência Correto que na nossa escola é o trabalho (como meio de sobrevivência), mas também é a subsistência como comida e o não comer carne, mas ele não tocou no assunto.

Depois que o monge partiu perguntei a ele por que ele não questionou o habito de comer carne daquela seita.

       – Ele me pediu alguma orientação sobre os hábitos alimentares dele?

       – Não, não pediu.

       – Quando alguém nos pede orientação é porque está disposto a mudar, quando não nos pede é sinal que está satisfeito com sua vida como ela é. Seria abuso pretender orientar quem não pretende ser orientado. Isso fere nosso dever de compaixão.

       – Mas sabendo que ele tira a vida de outros seres para sobreviver não seria nosso dever fazê-lo ver isso?

       – Quando respiramos matamos milhares de vida, quando caminhamos esmagamos outras tantas sem nem mesmo perceber. A vida promana da morte e vice-versa.

       – Mas sendo o senhor nosso Mestre não tinha a obrigação de orientá-lo?

       – Antes da obrigação menor de orientar, vem a obrigação maior de respeitar. Ao respeita-lo estou ensinando a ele o valor da compaixão e através da compaixão pode ser que um dia ele venha a deixar de comer carne.

       – Mas isso não é levar a compaixão por ele longe demais?

       – Existiu no Oriente um homem muito rico e poderoso e ele resolveu construir um palácio a altura de suas posses e de seu poder. Ele adquiriu uma grande quantidade de terras e seus arquitetos desenharam uma edificação portentosa que seria construída em toda a extensão do terreno, mas ao iniciarem as obras se deram conta que dentro dessa imensidão havia um pequeno lote onde estava a palhoça de um homem e que deveria ser retirada de lá para não atrapalhar a harmonia da construção recém iniciada.  Emissários foram enviados a ele e negociaram a compra da propriedade por uma quantia bem superior a seu valor. Mas ele se recusou a vender. Sugeriram ao homem que contratou a construção do Palácio, que o mandasse matar ou que simplesmente o expulsasse dali. Mas esse homem que não só era rico e poderoso, mas também era sábio, recusou e disse: – Um dia ao verem o palácio que mandei construir as pessoas do futuro irão reconhecer que fui um homem que amava o belo e tinha sensibilidade. E ao verem a cabana contrastando com as demais edificações saberão que mesmo sendo sensível e amando o belo eu soube respeitar a vontade dos outros.

        Pense nisso, mas pense agora.

                                                              Satyananda Apta

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Os malefícios da obesidade.

HERMAN 16Dando continuidade às descobertas do Dr. Herman Taller chegamos ao décimo sexto capítulo da novela, se você ainda não leu o início desta história verídica e fascinante, vá ao final desta página e clique no link para retornar à página inicial, lá procure “Para ler artigos de nosso sistema”, clique lá e poderá encontrar o primeiro capítulo desta novela além de muitos outros posts.

Com a palavra o Dr. Herman:

“– A lista de males que as pesquisas médicas apontam como produzidos ou agravados pela obesidade incluem as doenças do coração, o diabetes, o endurecimento das artérias, perturbações do fígado e da vesícula biliar e distúrbio das glândulas endócrinas. Há mesmo evidências de que algumas condições determinantes da obesidade influenciam o crescimento do câncer. Estas são as doenças puramente físicas. Além disso há provas estatísticas absolutas de que as pessoas obesas estão mais sujeitas a acidentes do que as outras. A gordura excessiva é prejudicial à coordenação do corpo; dá aos músculos uma carga extra a carregar. Assim um gordo tem mais probabilidade de cair e, quando cai, o choque é consideravelmente maior do que quando cai um magro – tanto para a própria pessoa quanto para quem a cerca. Finalmente existem os distúrbios emocionais decorrentes da obesidade. A prova mais dramática neste ponto é que as pessoas gordas são mais inclinadas a suicidar-se que as magras. Isto é um dado estatístico. Constantemente chegam a meu consultório mulheres obesas infelizes – donas de casa, mulheres que têm uma profissão, empregadas de escritório – cujos problemas não são abstratos: são tão reais quanto as lágrimas que essas mulheres choram. Há um quadro que já se me apresentou centenas de vezes. Um homem casa com uma mulher porque, entre outras coisas, lhe admira o porte. E então, talvez durante a gravidez, talvez pouco a pouco, ela vai criando uma grande quantidade de gordura que não consegue perder. E um dia o homem olha para a mulher e vê não aquela com quem se casou, mas uma mulher cujo porte é uma caricatura. Onde outrora havia curvas agora há flacidez. Onde outrora havia delicadeza agora há vulgaridade. O que era elegante tornou-se pesado. Os resultados de tais situações não são agradáveis nem para o marido nem para a mulher. Tratei de inúmeras mulheres gordas cujos maridos haviam cessado de ter relações sexuais com elas, evidentemente por causa de sua obesidade. Creio não exagerar afirmando ser isso uma tragédia conjugal. Para cada mulher a quem a obesidade custou o sacrifício de uma vida sexual normal há dezenas cuja obesidade lhes sacrificou a felicidade doméstica. O marido zangado com o peso da mulher convencido de que é por culpa dela, irrita-se com ela por uma porção de coisas: por seu peso é claro, porém mais do que por ele, pelos seus vestidos, pela sua postura, pela sua habilidade como dona de casa e mãe. Tais maridos são infelizes e a infelicidade nem sempre é lógica. Além disso muitas de minhas clientes admitem que quando tinham o peso muito elevado ficavam exaustas com os trabalhos diários de casa. Precisavam de uma quantidade de sono acima do normal, sentiam-se eternamente cansadas e, em consequência a desarrumação de suas casas era cada vez maior. Uma mulher obesa numa casa desarrumada não é o ideal do casamento de um homem comum.”

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