Pesquisas de comprovação

Quando busca um processo de emagrecimento você deve proceder com todo cuidado pois não se trata de uma brincadeira, você está mexendo com o seu corpo e isso pode trazer consequências desastrosas se não recorrer aos melhores critérios a respeito do que está fazendo.

Você deve procurar os melhores médicos, os melhores nutricionistas, não entregue seu corpo a um safardana qualquer.

Quando se utiliza a expressão “melhor” estou a me referir a especialistas que lidem com suas necessidades dentro de padrões éticos e lhe prescrevam um programa de emagrecimento que esteja dentro do que há de melhor na ciência experimental.

O fato de uma pessoa ter frequentado uma faculdade e ter obtido uma certificação e depois ter obtido registro em uma entidade de classe (um Conselho Regional por exemplo) não a torna uma pessoa cujo desempenho seja o “melhor” quando comparada a seus colegas de profissão.

A obtenção dessa formação e desses registros apenas qualifica essa pessoa como “mediana”, ou seja ela conquistou o que a média das pessoas na profissão dela obtém, é apenas um profissional mediano, médio, igual a todos os que obtiveram as mesmas credenciais.

Infelizmente em um mundo como o de hoje em que existem endocrinologistas, cardiologistas e nutricionistas obesos, um credenciamento não é fator suficiente para determinar uma escolha superior.

Um psicólogo de origem italiana que viveu na Argentina, o José Ingenieros, escreveu uma obra muito famosa: O HOMEM MEDÍOCRE.  INGENIEROS
E nessa obra ele definiu a mediocridade: medíocre é tudo aquilo que segue a média, que obtém os credenciamentos que todos de sua categoria obtém.

Mas você não está procurando um profissional médio, mediano, medíocre, para tratar de seu corpo, você está procurando o melhor.

Você merece o melhor.

Se o credenciamento não é fator suficiente para distinguir o melhor do medíocre, que critério você deve utilizar?

O único critério que recomendo a você é que esqueça os títulos e os diplomas e tenha olhos de ver e ouvidos de ouvir, que é um sábio conselho que é útil a todos os que se importam.

E como que vendo e ouvindo você consegue separar o joio do trigo e encontrar quem realmente tenha o conhecimento certo para orienta-lo?

Sou amigo de grandes médicos.

OSMARD

Meu melhor amigo é o Dr. Osmard Andrade Faria que hoje está com 93 anos de idade, mora em Florianópolis e salvou a vida de quase 5000 crianças no decorrer de seu exercício profissional. Homem íntegro, culto, ético, em que se pode confiar.

 

dr-kalilFui amigo do Dr. Gelson Kalil, professor de Medicina em Sorocaba, homem íntegro, excelente médico, digno exemplo.

 

 

 

 

Minha casa de infância era frequentada pelo Dr. Miguel Falci, que era o médico de nossa família, pertenceu à equipe do Dr. Zerbini e foi um dos diretores do Hospital dos Servidores Públicos de São Paulo.

Minha casa sempre foi frequentada por muitos médicos até porque minha primeira esposa era enfermeira.

Mas adotando o critério que lhe sugeri você encontrará excelentes especialistas para tratá-lo, basta que ouça o que dizem e saiba separar fatos de opiniões.

Você tem todo o direito de duvidar dos assuntos tratados neste blog e para que suas dúvidas sejam eliminadas você tem que receber informações que sejam validadas por critérios científicos superiores e isso nos traz novamente à questão das fontes dos dados citados.

A respeito cito a seguir (quase textualmente) o que pensa a respeito o Dr. José Carlos Souto que considero um dos médicos brasileiros mais sérios no que se refere à dieta páleo:

Qualquer relato de um caso isolado não pode se sobrepor a um experimento com milhares de pessoas.

Há uma hierarquia de evidências – das mais modestas às mais sólidas, do menos confiável ao mais confiável.

MENOR VALOR: Opinião pessoal (achismos).

Opinião todo mundo tem e o papel aceita qualquer coisa.

Quando não há dados na literatura médica aceita-se a opinião de um especialista como uma evidência provisória.

Mas para entender a pouca validade da Opinião Pessoal (aqui no Brasil chamada de Achismo) veja esta anedota que se passou na Austrália:

Uma história real:

Saiu na Austrália uma notícia no jornal de que um estudo havia mostrado que havia uma forte correlação entre acidentes fatais com tubarões e o consumo de sorvete.

Quanto mais sorvete as pessoas consumiam mais ataques de tubarões haviam e houve gente que disse que talvez fosse o caso de diminuir o consumo de sorvete.

O que tínhamos era um estudo observacional que não pode estabelecer causa e efeito.

A variável oculta,  a real responsável era o calor.

Quando está mais quente as pessoas entram mais na água e comem mais sorvetes.

Reduzir o sorvete não muda isso.

Temos que ter cuidado com estudos observacionais eles só estabelecem correlações e não causa e efeito.

Mas foi baseado nesses tipos de estudo que as diretrizes sobre a gordura se basearam.

Até os estudos observacionais dos dias de hoje contradizem aqueles estudos da década de sessenta.

Podemos ver gráficos que mostram vários Países da Europa e quanto maior o consumo de gordura menos presença de moléstias cardiovasculares.

Só que o Ansel Keys era influente na época e apresentou dados mentirosos que pareciam realmente convincentes e a gordura nos alimentos foram declaradas perigosas e as pessoas foram aconselhadas a evitar gordura, antes mesmo que quaisquer estudos científicos a respeito fossem conduzidos.

Mais tarde estudos foram feitos e mostraram não haver nenhum benefício em se acreditar que a gordura fizesse mal.

Nós todos crescemos aprendendo sobre a pirâmide alimentar, como a gordura fazia mal, como a base de nossa alimentação deve ser pães, massas, bolos, mingaus, arroz.

Isso nasceu na época de Ansel Keys isso não foi sempre assim.

Essa mudança foi produzida principalmente na década de setenta.

Até então essa bobagem estava mais restrita aos meios científicos, mas a capa da Time foi o grande pontapé da mídia a esse respeito.

Veja a capa da Times de mais de 30 anos atrás e uma nova capa que contesta aquela mentira:  CAPAS TIME

Foi então na década de oitenta que a coisa passou a ser uma verdadeira epidemia, tudo no supermercado passou a ser low fat ou no fat, tudo passou a ser Diet, light e sabemos a consequência disso nos dias de hoje, é só olhar para os lados.

Então nasceu a pirâmide alimentar, seis porções diárias de pães, massas, bolos, arroz.

A base da pirâmide é repleta de carboidratos e não é porque algum estudo tenha revelado o benefício disso, nunca houve um estudo que revelasse que se houvesse um consumo de sessenta por cento de carboidrato esse fosse o grupo experimental que iria ter mais saúde entre um grupo de pessoas a que estivéssemos administrando várias dietas diferentes.

Foi o medo dos alimentos que contivessem gordura que tirou todos os alimentos da base da pirâmide e aquele vazio tinha que ser preenchido por alguma coisa.

O vazio foi preenchido pelo grupo de macronutrientes que não contém gordura que são os carboidratos.

Já que, devido a um erro, consideravam de forma errada que os problemas de saúde se compunham de gordura.

O ovo tem gema, a carne e o peixe tem gordura.

Proteínas na natureza vem com gordura junto.

As diretrizes foram estabelecidas baseadas numa teoria, nunca tendo sido testada e muito menos comprovada.

Só que diretrizes para a prática médica tem que ser baseadas em evidência.

Como já foi dito, existe uma hierarquia das evidências, a mais fraca de todos, que não serve para comprovar cientificamente nada é, como vimos, a OPINIÃO (achismos).

Depois dessa hierarquia mais baixa vêm os Relatos de Caso.

 RELATOS DE CASO: Consiste no relato de uma série de casos afim de se extraírem dados estatísticos sobre determinada doença/circunstância.

Qual a idade média das pessoas com aquela doença, qual o sexo e etnia das pessoas?

A partir dessas informações pode-se chegar a inúmeras conclusões que são fundamentadas em pesquisa e não em opinião.

 ESTUDOS DE CASO – CONTROLE: O investigador pega um grupo de pessoas com determinada doença e compara com outro grupo de pessoas que não tenha a doença.

ESTUDOS ECOLÓGICOS: Onde se comparam populações com diferentes características.

Mesmo neste nível de evidência ainda fraca, se o pesquisador não tiver ética e forçar os resultados para seus fins, como fez o Ansel Keys, se chega a conclusões equivocadas que resultou na crença (não fatos) em 1953 que a gordura na dieta causava doença cardíaca.

 ESTUDOS DE COORTE: Na qual se obtém (exames, questionários, etc…) dados de um grande número de pessoas e essas pessoas são acompanhadas por muitos anos afim de se verificar quem desenvolve doenças, de forma a identificar possíveis fatores de risco no passado.

 ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO: Este é o mais alto nível de evidência e é neste nível que se fundamenta a Dieta Páleo.

Um grande número de pessoas é sorteada (randomizada) para dois ou mais grupos.

Um grupo é submetido a um remédio ou dieta e o outro grupo serve como controle.

O sorteio garante que os grupos sejam semelhantes entre si em tudo, exceto na variável sendo testada.

Este é o único tipo de estudo capaz de sugerir fortemente relações de causa e efeito.

É este o tipo de estudo que prova que a redução de gordura na dieta não traz benefício algum.

 METANÁLISE: REVISÃO SISTEMÁTICA DE ENSAIOS CLÍNICOS RANDOMIZADOS: Por puro acaso um ensaio clinico randomizado pode achar um resultado que não seja real – uma flutuação estatística aleatória.

Mas quando você tem dez ensaios clínicos randomizados sobre o mesmo tema, uma revisão sistemática (metanálise) pode combinar matematicamente os dados de todos eles, o que empresta a esta análise um peso superior ao dos estudos isolados.

Por esse motivo, a revisão sistemática comprova o mais alto nível de evidência científica.

Entendeu agora como você deve proceder para separar os melhores especialistas dos medíocres?

Se é um endocrinologista, cardiologista ou nutricionista gordo, procure outro.

Se falam abobrinhas aconselhando controle de calorias, culpando a gordura, dando conselhos imbecis, caia fora.

Seu corpo agradece, você merece o melhor.

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