A Novela da Dieta Páleo 3

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Dando continuidade às descobertas do Dr. Herman Taller chegamos ao terceiro capítulo da novela, se você ainda não leu o início desta história verídica e fascinante, vá ao final desta página e clique no link para retornar à página inicial, lá procure “Para ler artigos de nosso sistema”, clique lá e poderá encontrar o primeiro capítulo desta novela além de muitos outros posts.

Com a palavra o Dr. Herman:

“- Só um feliz acidente me trouxe aos Estados Unidos e a posição em que pude iniciar as pesquisas sobre a bioquímica do corpo humano. O médico do Copiapó, que fazia a linha regular de Valparaíso a Nova Iorque adoeceu de repente e fui chamado para substituí-lo. Como já disse,eu falava seis línguas – mas não o inglês. Nunca estivera na América do Norte. Naturalmente a perspectiva de ver Nova Iorque era muito agradável e prontamente aceitei a oferta. Foi então que se iniciou uma vida nova. Aprendi o inglês, passei a médico interno e residente em importante hospital do Brooklyn e comecei a exercer a especialidade de obstetrícia e ginecologia. Durante certo tempo meu principal interesse foi o parto natural. Mas não podia esquecer de todo o problema da obesidade. Em primeiro lugar, como o meu peso aumentava constantemente eu gastava muito em roupas. Vivia comprando novos ternos, camisas, sobretudos. Em segundo lugar, ao controlar o regime de mulheres grávidas eu estava constantemente prescrevendo dietas, o que deveria espantar minhas pacientes. Afinal de contas, cá estava um médico bem gordo aconselhando-as como controlar o próprio peso. Naturalmente eu conversava sobre o controle do peso com outros médicos. Referia a minha experiência com dietas e alguns me davam a entender que eu devia ter ‘tapeado’, comendo às escondidas sem querer admitir para ninguém, talvez nem sequer para mim mesmo, o que eu andara fazendo. Quanto mais discutia a questão do peso, quanto mais perguntas fazia, mais me firmava na convicção de que simplesmente não havia respostas no conjunto de conhecimentos médicos existentes. Uma vez, a outro médico que parecia particularmente seguro de que eu ‘tapeava’ propus um curioso teste de férias. Nós dois deveríamos viajar juntos durante dez dias, ficar continuamente em companhia um do outro, comer e beber as mesmas coisas e conferir os resultados. Ele aceitou e fomos para uma estação de veraneio. Segui o que era então o método aceito de controle de peso: uma dieta pobre em calorias. As saladas eram a base da dieta, o que agora sei foi um erro, restringi as gorduras, outro erro, e já que estávamos de férias, todas as noites bebia um coquetel antes do jantar. Meu amigo médico, que era magro, fez o mesmo. No fim das férias ele perdera meio ou um quilo e eu adquirira quatro. – ‘Não compreendo por quê’ – comentou ele em nossa viagem de volta a Nova Iorque. Nem eu. Não pretendo afirmar que uma dieta drástica, um programa de quase fome não desse resultado para mim. Sempre que eu as tentava perdia alguns quilos. Mas então em seguida invariavelmente readquiria mais do que perdera. Além disso apareciam desagradáveis efeitos colaterais a esses regimes, sobretudo fadiga e irritabilidade. O que insinuo, ou melhor, o que sei é que apenas há dez anos nenhum regime para emagrecer, que se pudesse suportar produzia efeito em quem tivesse predisposição inata para a obesidade.”

Não perca o próximo capítulo da Novela!
Leia meu próximo post neste site.

Por você, por sua saúde e por um emagrecimento rápido e eficaz.
                                      Dr. Marco Natali
Seguir os procedimentos básicos é bom,
mas seguir o exemplo de quem já chegou lá é ainda melhor.

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