A Teoria do Colesterol não serve.

COLESTEROL

Por que a teoria do colesterol e da menor ingestão de gordura é errada em termos científicos?

Durante os últimos quarenta anos temos sido bombardeados por instituições governamentais e por especialistas mal informados que insistem em nos dizer que a gordura causa problemas cardíacos.

Essa grande mentira nos tem sido imposta de todos os lados e por todos aqueles que deveriam nos orientar e aconselhar com mais propriedade e mais fundamentação científica.

Segundo essas teorias errôneas as gorduras saturadas, o colesterol se tornaram sinônimos de entupimento das artérias.

Você sabia que o seu cérebro se alimenta de colesterol?
Você sabia que sem o colesterol você não conseguiria viver?
Você sabia que o primeiro combustível a ser utilizado pelo seu corpo era e deveria voltar a ser a gordura?

Nosso corpo foi biologicamente constituído para utilizar a gordura como combustível.

Nosso corpo não foi construído para utilizar o carboidrato como combustível simplesmente porque enquanto a gordura é parte integrante do corpo o carboidrato não faz parte do corpo ele é introduzido apenas pela alimentação.

Os especialistas que você consulta sabem disso, pois aprenderam isso nas primeiras aulas de biologia, mas eu seria capaz de apostar com você como jamais o informaram sobre isso.

Aprenda um pouco sobre a verificação científica e sobre a grande mentira perpetrada por Ancel Keys o nutricionista americano que perpetrou a pesquisa onde tentou correlacionar a ingestão de gorduras com as doenças cardíacas:

“Quando você olha para os dados fica muito claro que TUDO que nos foi dito sobre colesterol e gordura saturada não passa de uma mentira deslavada. Simplesmente não é verdade. Se você olhar a ‘ciência’ em que essas diretrizes foram de fato baseadas verá que os estudos iniciais foram tão mal feitos, tão cheios de viés de confirmação, que sequer seriam aceitos nos dias de hoje. E, infelizmente a maior parte dos médicos não sabe disso. Dr. Jonny Bowden (Nutricionista da Califórnia).

“Durante a faculdade de medicina eu aprendi o mesmo que todo mundo, a importância do colesterol, etc… – e eu não via nenhum motivo para dúvidas, mas quando me tornei cardiologista eu via pessoas tendo ataques cardíacos em todos os níveis de colesterol (alto, baixo e médio) nada disso parecia fazer diferença. No início eu pensava apenas: ‘Bem ok, isso são apenas probabilidades, sempre haverá exceções.’ Mas com o tempo comecei a ver exceções DEMAIS! E isso me motivou a voltar aos livros e buscar as origens dessas teorias. E francamente dado ao grau de certeza com que nos eram ensinadas fiquei surpreso ao descobrir o quão pobre a evidência era. A evidência era virtualmente inexistente. O estudo clássico de Ansel Keys é um exemplo padrão sobre como manipular dados até obter os resultados que você deseja. De 80 a 90 por cento do colesterol é fabricado pelo próprio corpo. De fato muito pouco colesterol vem de fora. A maior parte das pessoas parece ter um nível de colesterol geneticamente determinado. Se alguém cortar radicalmente o aporte de colesterol de sua dieta, começará a fabricar seu próprio colesterol através dos recursos de seu corpo afim de trazer seus níveis de colesterol à faixa habitual.”  Dr. Ernest Curtis (Médico Cardiologista).

O Dr. Stephen Sinatra (Médico Cardiologista) rotineiramente mandava seus pacientes baixarem o colesterol com remédios. Mas agora ele admite que estava errado:

“Eu costumava ser o garoto-propaganda dos laboratórios farmacêuticos e quando eu era o chefe do departamento de cardiologia eu prescrevia estatinas o tempo todo. Eu realmente acreditava na teoria do colesterol para doenças cardíacas. Comecei a ficar cético em relação a essa teoria nos anos oitenta. Eu fazia os cateterismos cardíacos (passar um pequeno tubo da virilha até o coração e ver onde há o bloqueio das artérias). As vezes eu fazia o cateterismo em um paciente com o colesterol alto, pensando que iria encontrar um monte de doença e não encontrava nada e o inverso era verdadeiro eu examinava alguém com colesterol baixo e embora esperasse não encontrar doença, eu encontrava. Então comecei a pensar: ‘Talvez isto não esteja certo. Talvez o colesterol não seja o inimigo que pensamos que ele é.’.

A crença de que o colesterol é responsável pelas moléstias cardíacas é um dos maiores mitos da história da medicina. Nós nos tornamos tão paranoicos em relação ao colesterol que esquecemos que ele é essencial para a vida, ele é um dos componentes mais importantes para o cérebro e para o Sistema Nervoso, além de ser essencial para a produção de hormônios. De fato o colesterol é tão importante que virtualmente TODAS as células do corpo são capazes de fabricá-lo. Afora pessoas com uma doença genética, como a hipercolesterolemia familar, a dieta tem sido há muito tempo o foco de como devemos baixar o colesterol. A ideia que a gordura saturada entope suas artérias ao elevar o colesterol começou nos anos 50. O nutricionista americano Ancel Keys ficou intrigado com o grande aumento nas taxas de doença cardíaca após a segunda guerra mundial e comparou o aumento das doenças cardíacas ao consumo de gorduras em seis países. A correlação parecia perfeita. Quanto mais ingeriam gordura mais as pessoas pareciam ter problemas cardíacos. Exceto por um problema o Dr. Keys omitiu os dados de outros dezesseis países. Mais tarde quando outros especialistas refizeram a pesquisa incluindo todos os dados, verificaram que a correlação que o Dr. Keys tentava impor não procedia. O Dr. Michael Eades criticou a forma como a pesquisa original foi feita, pois o Dr. Keys excluiu os dados que não confirmavam sua teoria. A medida em que as afirmações do Dr. Keys eram mais e mais aceitas, a ciência tentou provar que essa teoria era correta mas não conseguiu. Dois grandes ensaios clínicos foram realizados ao custo de mais de 250 milhões de dólares com centenas de milhares de participantes na tentativa de provar que a redução de gordura diminuiria a chance de doenças cardíacas e ambos não conseguiram provar nada. Uma revisão exaustiva da literatura médica mostrou que os dados são altamente inconsistentes. De fato há muitos estudos de longa duração que refutam a ideia de que a gordura saturada aumenta o colesterol. Então eu questionei a Fundação Nacional do Coração (Na Austrália) pedindo pelas evidencias. Eles disseram que os dados são complexos e citaram UM estudo que mostra que ALGUNS tipos de gordura saturada aumentam o colesterol ruim, mas aumentam o “bom” colesterol junto. E finalizam sua justificativa dizendo: ‘Concluimos que a base de evidências disponível no momento é limitada’. Em 1977 o senador McGovern um defensor da teoria de Ansel Keys presidiu um comitê criado para resolver a questão de uma vez por todas e isso colocou o mundo na situação caótica em termos nutricionais em que se encontra desde então. Baseado virtualmente em nenhuma ciência eles decidiram que uma dieta de baixa gordura era a melhor opção para todos. Cientistas proeminentes da época discordaram do relatório e pediram que mais pesquisas fossem realizadas. Mas o senador McGovern declarou ‘Nós senadores não temos o luxo que os cientistas têm de poder esperar que até o último pedaço de evidência seja estudado.’ Isso levou à criação da Pirâmide Alimentar que formou a base das recomendações dietéticas. Ela recomendava a diminuição da ingestão de gordura e o aumento da ingestão de carboidratos, como pães, grãos e carboidratos. McGovern era de um Estado grande produtor de trigo de modo que politicamente não era nada mau que as pessoas mudassem seus critérios alimentares favorecendo os produtores de grãos. Dra. Marianne Demasi (Phd em Medicina).

O Dr. Keys excluiu os dados que não comprovavam seu ponto de vista na pesquisa que efetuou em 1950. O oposto poderia ser demonstrado. Era possível demonstrar que quanto mais gordura saturada as pessoas ingerissem menos doenças cardíacas elas teriam. Mesmo que houvesse alguma relação entre o consumo de gordura e as moléstias cardíacas isso não provaria nada, pois em termos científicos só porque haja uma correlação isso não significa que haja causa e efeito. Estudos observacionais apenas mostram correlações, não mostram causas.Dr. Michael Eades

 “O açúcar é o culpado da doença cardíaca e não a gordura insaturada.” John Yudkin (Médico inglês).

“Tudo bem ter uma teoria, mas em termos científicos você tem que prová-la e eles tentaram. Nos quinze anos seguintes às afirmações do Dr. Keys foram realizados estudos após estudos. Todos esses estudos negaram ou falharam em provar que você poderia viver mais ao reduzir a gordura saturada ou a gordura total em sua dieta. A reação das autoridades diante das falhas nos estudos clínicos tentando provar isso foi alegar que os estudos devem ter sido mal feitos. Ao invés de dizerem ‘Ei! Cortar a gordura não faz nada de bom para as pessoas.’ Ao invés disso eles declararam: ‘Olha não sabemos porque esses estudos falharam em provar nossa hipótese, mas isso não prova que nossas diretrizes estejam erradas e não significa que a teoria de que a gordura da dieta cause doenças cardíacas esteja errada.’ O que se faz na má ciência é ignorar qualquer evidência que seja contrária às suas. Ignore todos as evidências e foque-se apenas nas evidências que lhe sejam favoráveis.     “ Gary Taubes (Cientista e escritor).

A influência mais respeitada e aceita das causas prováveis do surgimento da doença cardíaca foi realizada na cidade de Framingham em Massachusetts tendo iniciado em 1948 e prosseguindo até os dias de hoje.

É o mais longo estudo observacional jamais realizado e envolve mais de cinco mil moradores.

O estudo de Framingham mostrou desde o início que certos hábitos como fumar e stress aumentam o risco de doenças cardíacas.

Mas logo se constatou que alguns desses moradores de Framingham estavam vivendo mais do que outros.

Quando os pesquisadores olharam novamente os dados 30 anos depois constataram que depois de uma certa idade seus níveis de colesterol não importavam mais.

O colesterol estava correlacionado com doenças cardíacas, mas seu nível de correlação desaparecia depois de uns quarenta e poucos anos.

Depois dos quarenta e sete anos, um nível de colesterol alto exerce um efeito PROTETOR .

As pessoas que tinham um nível de colesterol mais alto viveram mais, para surpresa dos pesquisadores.

As pessoas que comiam mais gordura eram mais magras e mais ativas.

Um dos pesquisadores do experimento de Framingham ficou tão desapontado com os resultados que escreveu um relatório contundente revendo toda a hipótese a respeito do  conceito entre gordura e coração e dizendo que as pessoas haviam sido enganadas pela maior farsa científica de nosso tempo: a noção de que a gordura animal possa causar moléstias cardíacas.

Centenas de artigos refutando a hipótese do colesterol já foram publicados nas revistas médicas de maior projeção no mundo, mas raramente são notados pela mídia de massa.

DEPOIMENTO DO DR. MARCO NATALI:

Recentemente passei por uma avaliação nutricional na academia onde pratico musculação.

Já no início da consulta eu presenteei a nutricionista com um DVD tratando da Dieta Páleo para que ela já estivesse ciente do tipo de dieta que pratico.

Não estou ferindo a ética ao mencionar isto porque não estou citando o nome da Academia, nem o nome da Nutricionista.

No fim da consulta ela me recomendou que eu ingerisse aveia, óleo de canola (um absurdo o óleo de canola é produto industrial que não existe na natureza e  jamais deveria ser indicado por uma nutricionista) e outras substancias (que são comidas, mas não são alimentos em minha dieta) e terminou com a pérola:

“Os carboidratos são a principal fonte de energia do seu corpo, as gorduras são apenas o segundo recurso energético que o corpo dispõe.”

Gente! O ser humano surgiu por volta de trezentos a quinhentos mil anos atrás (é o que dizem os especialistas), e a prática da agricultura se iniciou há apenas dez mil anos!

O carboidrato só passou a ser uma parte relevante da alimentação dos humanos há apenas dez mil anos ou seja há uma migalhinha do tempo em que os seres humanos existem!

Como que ela pode me dizer uma asneira daquelas?!

Não se pode dizer que ela não soubesse disso, pois ela aprendeu essa informação quando estudou biologia!

Só que influenciada pelas informações que lhe foram passadas pelas instituições de saúde do governo ela engoliu isca, anzol, vara e pescador e não percebeu que essas “opiniões” que lhe foram impostas não condizem com os fatos!

E ela nunca questionou isso o que deveria ser um dever em relação ao exercício da profissão em que se formou!

A Dra. Mary Vernon especialista em dietas de baixo carboidrato ex-presidente da Sociedade Americana de Médicos Bariátricos contou que nos dez primeiros anos de sua pratica médica percebeu que o que lhe ensinaram e a orientaram para dizer aos pacientes no sentido de orientá-los não estava funcionando.

Essas orientações sobre dietas de baixo teor de gordura e restrições calóricas não estavam conduzindo seus pacientes a um caminho de cura para seus problemas.

Ela identificava o problema passava a informação que lhe foi ensinada e isso nada acrescentava ao processo de cura de seus pacientes e eles não melhoravam.

Ela achava que essas informações deveriam ajudá-los, pois foi isso que ela aprendeu na faculdade.

Então supôs que a falha era dela, que não estava conseguindo passar as informações de forma correta e foi estudar e pesquisar a respeito na literatura médica.

Dedicava-se a essa pesquisa por duas a três horas todas as noites após o atendimento no consultório.

Ela não conseguiu encontrar nenhuma evidência de que aquilo que ela estava ensinando a seus pacientes funcionasse.

Por coincidência (ou vontade de Deus) ela estava estudando para uma prova de obtenção do título de especialista em Medicina Bariátrica e estava com um livro de bioquímica aberto, o mesmo livro em que havia estudado para se formar em Medicina quando leu na parte superior da página direita o seguinte: ”O papel da insulina é interromper a queima da gordura e aumentar seu armazenamento.”  

Se a insulina é o hormônio que controla o armazenamento e o metabolismo da gordura tudo que você precisa aprender é como controlar a insulina em seu corpo para se tornar magro e jamais voltar a engordar!

Note que isso nada tem a ver com diminuir a porção da comida, fazer exercícios ou restringir a ingestão calórica, trata-se apenas de compreender como funciona um determinado processo orgânico que torna você gordo, não é uma questão matemática (o quanto você come) é tudo uma questão de compreender a biologia de seu corpo (o que você come).

E foi isso que a Dra. Mary Vernon encontrou na próxima frase do livro de biologia que ela já havia estudado para obter sua formação médica.

Essa frase dizia: ”O estímulo primário para a secreção de insulina são os carboidratos da dieta.”

Pronto! Ela (e você também) encontrou tudo o que precisa saber para resolver os problemas de obesidade.

Tudo que é preciso fazer é remover os açúcares e os amidos e o corpo não fabricará insulina extra e entrará automaticamente em processo de emagrecimento não importando a quantidade de calorias ou gorduras que você ingira.

O próximo passo da tarefa da Dra. Mary Vernon (e sua também) era descobrir as estratégias de como conseguir isso – tudo é muito simples!

Amido e açúcar estão presentes em todos os produtos industrializados.

O primeiro passo portanto consiste em evitar todos os produtos industrializados – tudo que venha em garrafa, saquinho ou caixinha está abolido.

Pronto, seguindo apenas essa regra você vai emagrecer para valer e jamais vai voltar a engordar.

Mas se você parar de comer o que vier engarrafado, ensacado e encaixado o que você vai comer?

Coma apenas comida de verdade, comida criada por Deus, o que os homens criaram foi apenas lixo, fuja dele.

Mais tarde a Dra. Mary Vernon descobriu (e eu também como conto mais a frente) que ao parar de comer açúcares e carboidratos acaba a fome!

Decidida a experimentar em si mesma a Dra. Mary Vernon reduziu a ingestão de carboidratos a no máximo 20 gramas por dia e emagreceu 15 quilos – catorze anos depois ainda não havia recuperado esse peso que perdeu!

Ela começou a indicar essa dieta a seus pacientes com hipertensão e diabetes e ela notou que seus pacientes começaram a melhorar.

Mas não se tratava de melhorar apenas um pouquinho!

Eles passaram a melhorar de maneira notável!

Entre os diabéticos a proteína na urina desaparecia o índice de açúcar no sangue normalizava completamente.

Os pacientes começaram a emagrecer, pois passaram a consumir gordura como combustível e logo estavam consumindo os depósitos de gordura que haviam acumulado no corpo ao longo de uma vida inteira ingerindo carboidratos.

Essa dieta desbloqueava o acesso aos seus próprios estoques de gordura acumulada.

Os pacientes começaram a se sentir bem, suas células a ter um aporte de energia maior, o coração a ficar mais saudável, tudo melhorava.

Quando o carboidrato é sua principal fonte de energia você terá picos de energia de forma intermitente (que vão e voltam), quando a gordura passa a ser sua principal fonte de energia, seu nível de energia é constante – você passa a ter energia constante e não apenas energia intermitente.

Ao cuidar de pacientes diabéticos muito doentes a Dra. Mary Vernon constatou que muitos deles portadores do Diabetes tipo 2 puderam interromper a insulina e passaram a ter hemoglobina glicada normal a menos que já tivessem danos severos em seu organismo.

Para ver depoimentos de pessoas que emagreceram clique aqui.

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