Em que consiste a Dieta Páleo Simplificada?

INTERROGAÇÃO CARNE

EM QUE CONSISTE A DIETA PÁLEO?

Apesar da ilustração acima a Dieta Páleo não consiste em comer apenas carne (Isso seria um grande erro, pois não somos carnívoros e necessitamos de muitos outros nutrientes que se encontram apenas nos alimentos vegetais.).

Eu diria que nossa dieta consiste 80 a 90 por cento em folhas, saladas e frutas (*) e o restante carne com gordura e tudo (A gordura só faz mal a quem ingere carboidratos).

(*) As frutas contém carboidratos (Frutose) e portanto devem ser evitadas durante o processo de emagrecimento e podem voltar a ser introduzidas devagar quando alcançado o peso ideal.

Antes de começarmos a falar sobre isso, vamos fazer uma combinação (minha mulher me contou que combinações não se usam mais, agora se usam saiotes, mas insisto em que combinemos o seguinte):

Você não deve acreditar em nada do que vou lhe dizer, é justo que não aceite nada do que eu lhe diga até ter plena convicção que as informações que lhe passo são muito bem fundamentadas.

Isso é pura sabedoria e nos foi ensinado há mais de dois mil e seiscentos anos pelo Buda:

NÃO ACREDITE

 

Nossa dieta, a Incrível Dieta Páleo Simplificada do Dr. Marco Natali é totalmente fundamentada nas pesquisas mais avançadas no campo da Medicina e da Dietética.

Para compreender como isso é importante e merece respeito aprenda a respeito dos tipos de pesquisas que existem por aí:

A maioria dos “especialistas” que você vai consultar em busca de uma alimentação melhor, de uma dieta coerente, de um regime que o faça perder ou ganhar peso, repete para você como um papagaio o que ouviu na faculdade e nem sempre o que lhe é dito fundamenta-se em verdade científica e comprovada.

Isso acontece tão comumente que faço questão de transcrever a seguir, o depoimento da Dra. Mary Vernon:

MARY VERNON

Dr. Mary Vernon é credenciada em Bariatric and Family Medicine (Medicina Bariátrica é o ramo da Medicina que se dedica a tratar dos obesos mórbidos) e é uma diretora médica Certificada (o que significa que é credenciada e diplomada na matéria). Ela tem um Certificado de Qualificação Adicional voltado a instituições especializadas em tratamentos e cuidados especializados a obesos. Ela mantém um consultório particular em Lawrence, Kansas. A Dra. Vernon é entrevistada com regularidade pela mídia especializada sobre os temas da restrição de carboidratos, controle e manutenção do peso e saúde metabólica. Ela tem seus artigos continuamente publicados nos boletins médicos especializados em dietas de baixo carboidrato, diabetes e síndrome metabólica e é a autora do bestseller Atkins Diabetes Revolution.

Vamos rever algumas das conclusões que a Dra. Mary Vernon chegou:

Nos dez anos em que ela clinicou como médica, sem a especialização em Bariatria (Mais tarde ela se tornaria presidente da Sociedade Americana de Médicos Bariátricos) percebeu que o que lhe ensinaram e lhe disseram para dizer aos pacientes no sentido de orientá-los não estava funcionando.

Note bem que em meu artigo Pesquisas de Comprovação mencionei que existem diferentes tipos de pesquisas médicas, umas mais, outras menos confiáveis.

As orientações que ela recebeu na faculdade ao obter sua formação em medicina não tinham um rigor científico suficiente para apresentar conhecimentos que pudessem ser úteis a seus pacientes.

Durante anos ministrei cursos ao vivo sobre o método EMAGRECER PARA A VIDA e tive entre meus alunos médicos, nutricionistas e até endocrinologistas.

Dentre os médicos que foram meus alunos todos (com exceção de apenas um) jamais tiveram uma aula sequer sobre dietas e alimentação.

Então quando esses médicos começam a exercer a Medicina e alguém os procura com problemas de excesso de peso não sabem como orientar a respeito.

A culpa não é deles, a culpa é do sistema de ensino que nunca os orientou e o mesmo aconteceu com a Dra. Mary Vernon.

Na falta de orientação específica, o que fazem?

Repetem a ladainha a respeito de colesterol, contagem de calorias, pirâmide alimentar e outras falácias que ouviram “en passant” de alguns de seus professores e então se perpetua a opinião (achismo) que é o mais baixo índice de veracidade em termos de uma pesquisa científica.

Recentemente estive em meu cardiologista e lhe pedi que me indicasse uma dieta (eu não precisava dela, pois minha dieta funciona perfeitamente bem para mim e para centenas de pessoas que seguem meu sistema, eu queria apenas testá-lo).

Ele foi sincero (o que aprecio bastante) e me disse que não entendia nada disso e que eu deveria procurar uma nutricionista.

Quanto tive um início de pneumonia fui atendido por outro médico muito cordial e de grande nível hierárquico na instituição em que trabalha.

Pedi a ele uma dieta e ele me disse que qualquer dieta serviria, desde que eu tomasse complementos nutricionais e vitaminas, pois as dietas sempre (imagine só) restringem os alimentos e portanto precisam ser suplementadas.

Já vimos em meu artigo Pesquisas de Comprovação sobre os diferentes níveis de pesquisas científicas que as melhores pesquisas contestam essas orientações, mas voltemos à Dra. Mary Vernon.

Como eu dizia, a Dra. Vernon descobriu que as orientações sobre dietas de baixo teor de gordura e restrições calóricas não estavam conduzindo seus pacientes a um caminho de cura para seus problemas.

Ela identificava o problema através de inúmeros exames de sangue, de colesterol, de glicemia, de triglicérides e insulina e passava a informação que lhe havia sido ensinada na faculdade e isso nada acrescentava ao processo de cura de seus pacientes e eles não melhoravam.

Ela achava que essas informações deveriam ajudá-los, pois foi isso que ela aprendeu na faculdade.

Então como era uma pessoa coerente que se sentia responsável pelos resultados que seus pacientes obtinham a partir de suas orientações, supôs que a falha era dela, que não estava conseguindo passar as informações de forma correta e foi estudar e pesquisar a respeito na literatura médica.

Dedicava-se a essa pesquisa por duas a três horas todas as noites após o atendimento no consultório.

Isso me fez admirá-la muito, pois quando eu clinicava no bairro da Moóca em São Paulo, as vezes atendia pacientes das 8 da manhã até as 22 horas e chegava em casa exausto sem nenhuma motivação para fazer algo mais.

Ela não conseguiu encontrar nenhuma evidência de que aquilo que ela estava ensinando a seus pacientes funcionasse.

Em um desses períodos de estudo ela estava se preparando para uma prova de obtenção do título de especialista em Medicina Bariátrica e estava com um livro de bioquímica aberto, o mesmo livro em que havia estudado para se formar em Medicina quando leu na parte superior da página direita o seguinte:

 ”O papel da insulina é interromper a queima da gordura e aumentar seu armazenamento.”  

Procure compreender profundamente que a bioquímica afirma que a insulina interrompe a queima da gordura e não faz só isso: também aumenta o armazenamento da gordura!

Só essa informação já é suficiente para você aprender muito do que precisa saber para emagrecer e permanecer magro.

Se a função da insulina é essa basta você aprender a minimizar a insulina em seu organismo para conseguir emagrecer com facilidade e permanecer magro.

Você encontrou a resposta que estava buscando!

Se a insulina é o hormônio que controla o armazenamento e o metabolismo da gordura tudo que você precisa aprender é como controlar a insulina em seu corpo para se tornar magro e jamais voltar a engordar!

Note que isso nada tem a ver com diminuir a porção da comida, fazer exercícios ou restringir a ingestão calórica, trata-se apenas de compreender como funciona um determinado processo orgânico que torna você gordo, não é uma questão matemática (o quanto você come) é tudo uma questão de compreender a biologia de seu corpo (o que você come).

Na Índia se diz que quando se está preparado o Mestre aparece.

E foi o que aconteceu com a Dra. Mary Vernon.
Ela estava preparada, pois se formara em Medicina.
Ela estava em busca da verdade, pois desejava verdadeiramente ajudar seus pacientes e vinha se dedicando a estudos em busca dessas respostas por duas horas todos os dias após clinicar durante o dia inteiro!

Então descobrir essa verdade foi como um bálsamo para ela.

Agora ela havia descoberto a verdadeira causa da obesidade e nada tinha a ver com o colesterol, com a contagem de calorias, com os exercícios e com muitas outras bobagens que os “especialistas” lhe dizem (simplesmente porque não fizeram a lição de casa e portanto não sabem do que estão falando!).

A causa da obesidade ela já havia descoberto:

A insulina é a causa e para resolver esse problema bastava descobrir como controlar a insulina no corpo do paciente.

E a Dra. Mary Vernon não teve que procurar muito, pois como controlar a insulina estava explicado na mesma página do mesmo livro.

Aliás, na frase seguinte!

A próxima frase do livro de bioquímica que ela já havia estudado para obter sua formação médica (mas não havia prestado atenção) dizia:

Vou aumentar o tamanho da letra para facilitar o entendimento:

 “O estímulo primário para a secreção de insulina são os carboidratos da dieta.”

Ora! Se a insulina é que impede que as gorduras acumuladas em seu corpo sejam queimadas e se também é ela que determina que as gorduras que você ingere sejam acumuladas em seus culotes, bumbum, quadris, pernas e no raio que o parta, basta controlar a manifestação da insulina para emagrecer sem voltar a engordar.

E não precisa mais decorar calorias dos alimentos, exercitar-se como um maluco, contar pontos, comer menos, nem se sentir culpado!

Pronto! A Dra. Mary Vernon (e você também) encontrou tudo o que precisa saber para resolver os problemas de obesidade.

Vou repetir as citações do livro de bioquímica:

“O papel da insulina é interromper a queima da gordura e aumentar seu armazenamento. O estímulo primário para a secreção de insulina são os carboidratos da dieta.”

Tudo que é preciso fazer é remover os açúcares e os amidos e o corpo não fabricará insulina extra e entrará automaticamente em processo de emagrecimento não importando a quantidade de calorias ou gorduras que você ingira.

O próximo passo da tarefa da Dra. Mary Vernon (e sua também) era descobrir as estratégias de como conseguir isso – tudo é muito simples!

Amido e açúcar estão presentes em todos os produtos alimentícios industrializados.

O primeiro passo, portanto, consiste em evitar todos os produtos industrializados – tudo que venha em garrafa, saquinho ou caixinha está abolido.

Pronto, seguindo apenas essa regra você vai emagrecer para valer e jamais vai voltar a engordar.

Mas se você parar de comer o que vier engarrafado, ensacado e encaixado o que você vai comer?

Faça como o Banting ensinou: Coma apenas comida de verdade.

Comida de Verdade é a comida criada por Deus, o que os homens criaram foi apenas lixo, fuja disso.

Mais tarde a Dra. Mary Vernon descobriu (e eu também) que ao parar de comer açúcares e carboidratos acaba a fome!

Decidida a experimentar em si mesma a Dra. Mary Vernon reduziu a ingestão de carboidratos a no máximo 20 gramas por dia e emagreceu 15 quilos – catorze anos depois ainda não havia recuperado!

Ela começou a indicar essa dieta a seus pacientes com hipertensão e diabetes e notou que seus pacientes começaram a melhorar.

Mas não se tratava de melhorar apenas um pouquinho!
Eles passaram a melhorar de maneira notável!

Entre os diabéticos a proteína na urina desaparecia o índice de açúcar no sangue normalizava completamente.

Os pacientes começaram a emagrecer, pois ao eliminarem a ingestão de carboidratos permitiram ao corpo retomar o processo de obtenção de energia que caracterizava os homens paleolíticos: passaram a consumir gordura como combustível e logo estavam consumindo os depósitos de gordura que haviam acumulado no corpo e emagreceram para valer!

Essa dieta desbloqueia o acesso aos seus próprios estoques de gordura acumulada (aqueles pneuzinhos pouco elegantes).

Os pacientes começaram a se sentir bem, suas células a ter um aporte de energia maior, o coração a ficar mais saudável, tudo melhorava.

Quando o carboidrato é sua principal fonte de energia você terá picos de energia de forma intermitente (que vão e voltam), quando a gordura passa a ser sua principal fonte de energia, seu nível de energia é constante – você passa a ter energia constante e não apenas energia intermitente.

EM QUE CONSISTE A DIETA PALEOLÍTICA (DIETA PALEO)?

A história da humanidade, do ser humano sobre a terra, passou por diferentes etapas evolutivas desde seu início até nossos dias.

Acredita-se que o homem tenha surgido na terra há alguns milhares de anos, mas a agricultura surgiu a apenas dez mil anos.

No decorrer desse tempo cada período recebeu uma denominação diferente para servir como referência histórica.

O período anterior ao surgimento da agricultura recebeu o nome de Paleolítico e é da alimentação praticada nesse período que surgiu a dieta hoje carinhosamente conhecida como “paleo”.

E o que comiam os homens antes da descoberta da agricultura?

Os homens de então dedicavam-se à caça e ingeriam as carnes obtidas através da caça e comiam as folhas, os tubérculos e as frutas comestíveis que conseguiam encontrar.

Não existiam naqueles tempos comidas que viessem em caixas, garrafas ou saquinhos.

Essas comidas das caixas, garrafas e saquinhos são as comidas industrializadas dos dias de hoje e elas não fazem parte dos alimentos produzidos pela mãe natureza.

Durante alguns milhares de anos a humanidade se adaptou ao tipo de alimento que estivesse ao seu alcance.

Quando alguém lhe diz que o combustível primário do organismo humano é o carboidrato, não sabe o que está dizendo, pois o combustível primeiro de qualquer organismo animal é a gordura e entre os humanos também, pois o carboidrato só passou a fazer parte da alimentação humana depois da descoberta da agricultura, ou seja há muito pouco tempo.

Além do que o carboidrato não é fabricado em seu corpo e a gordura sim!

A palavra Dieta veio do grego (Diaita) e significa modo de viver.

A dieta paleolítica que surgiu no período anterior à invenção da agricultura é a dieta a que nossa espécie está geneticamente adaptada.

A dieta que nossos antepassados utilizaram durante esses milhares de anos moldou nossos genes.

Como já vimos, não existe um único tipo de dieta paleolítica.

Nossos antepassados vagaram pela África, e posteriormente por todos os continentes, comendo aquilo que estava disponível nas regiões por que passavam.

Quando no litoral se alimentavam mais da pesca, pois era o que havia.

Quando na selva a opção era a caça.

Mas sempre que conseguiam suplementavam a alimentação que ingeriam com vegetais, frutas silvestres e raízes, além de insetos e larvas (que os macacos ainda comem até hoje – aliás estatísticas revelam que 25% dos seres humanos ainda comem essas coisas).

Nas extremidades de nosso planeta onde o gelo e a neve predominam não haviam vegetais disponíveis por pelo menos seis meses.

Aliás esse foi um dos motivos das descobertas do Dr. Banting.

Os esquimós se alimentam principalmente de gordura de baleia, peixes e focas.

O teor de gordura que consomem é extraordinário quando comparado com o resto da humanidade e no entanto as moléstias cardíacas são quase desconhecidas entre eles e muitas das moléstias autoimunes também.

É de se supor que nas ilhas do sul o coco tenha constituído mais da metade da alimentação daquele povo.

O grande fator que irmana as diferentes dietas Páleo é a ausência de consumo de produtos refinados, alimentos processados e grãos.

Como a história que nos é narrada após a descoberta da escrita é bem recente, o que sabemos sobre o período paleolítico é deduzido a partir de estudos arqueológicos fundamentados na pesquisa genética dos itens dessa época que são coletados.

É evidente que as narrativas depois da descoberta da escrita já mencionam o pão e isso torna um pouco mais difícil raciocinarmos a respeito da alimentação de nossos antepassados onde havia total ausência de grãos.

Mas fica fácil deduzir sobre a ausência de grãos se cogitarmos que a agricultura surgiu apenas a pouquíssimo tempo comparado com o tempo da origem da humanidade.

Dez mil anos são apenas 300 gerações, o que é o mesmo que nada do ponto de vista evolutivo.

A Dieta Páleo não ingere grãos, nem açúcar, nem laticínios, nem alimentos processados.

Mesmo estando interessados em reconstituir a dieta de nossos ancestrais realizamos algumas adaptações na dieta pois os tempos mudaram e poucas pessoas (apenas 25 % dos seres humanos segundo pesquisas) continua a consumir insetos e larvas ou caça os animais selvagens com as próprias mãos.

Embora evitemos o leite, podem ser acrescidos à nossa dieta a manteiga, o iogurte natural (sem sabores e sem preparos industriais), o leite fermentado e alguns queijos que não apresentam lactose.

Mas não existe nenhuma solução alternativa ao consumo dos carboidratos que não estavam presentes durante 99,5% da nossa evolução.

Mas a verdade é que podemos de forma natural, comendo comida de verdade, sintetizar todos os carboidratos de que necessitamos a partir de proteínas e triglicerídeos.

O simples ato de eliminar os grãos e o açúcar (desde que não se ingiram frutas em excesso nem qualquer outro produto industrializado) já é suficiente para emagrecer qualquer um sem que volte a engordar além de nos livrar da síndrome metabólica e das doenças autoimunes.

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